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Resenha cultural e erudita; resgate memorial e atualização contemporânea
segunda-feira, 12 de junho de 2017
domingo, 11 de junho de 2017
DO GENIAL ARIANO SUASSUNA
Com aquela maneira nordestina da lendária Paraíba, numa fascinante palestra proferida no Teatro Nacional, em Brasília,(reeditada pela Rede Minas), ali estava diante de milhares de pessoas, o carismático Ariano Suassuna. Simples,cativante e, acima de tudo genial, continua o mesmo a falar com absoluta propriedade de coisas muito sérias. Na oportunidade, abordava a cultura no Brasil. Ou melhor, como a nossa aculturação,ultimamente, tem sido pífia, inferior e empobrecida. Sem jamais ofender a quem quer que seja,não sonega a verdade. E o faz jocosamente, mediante aparente brincadeira.Realça privilegiada capacidade intelectiva,ao mesmo tempo em que constrói imagens decorrentes da perspicaz singeleza da nossa gente.
Suassuna estabelece o seguinte: " o cachorro come osso, porque é o que lhe oferecem. Mas, se lhe dessem um naco de boa carne, seguramente, abandonaria o osso..." E assim, sugere a analogia, aliás muito pertinente, de que o que se oferece hoje neste país, em matéria de cultura, não é o desejável.Chega a ser medíocre, ressalvadas mínimas exceções.
Concordo plenamente,considerando a cultura como o espelho pelo qual um povo se identifica. Waldique Soriano se vivo estivesse, contestaria com um dos seus sucessos:"... eu não sou cachorro não", mediante a mais absoluta razão.Nós,também,não!Eta Brasil infeliz dos dias de hoje, diria eu, em consonância com Suassuna e Soriano.
Concordo plenamente,considerando a cultura como o espelho pelo qual um povo se identifica. Waldique Soriano se vivo estivesse, contestaria com um dos seus sucessos:"... eu não sou cachorro não", mediante a mais absoluta razão.Nós,também,não!Eta Brasil infeliz dos dias de hoje, diria eu, em consonância com Suassuna e Soriano.
sexta-feira, 9 de junho de 2017
O MÉRITO DE IRENE KAY ADMS
Admirada pela vocação de fazer o bem, a dra. Irene Kay Adms, adotou o Brasil como segunda pátria.Holandesa radicada em Belo Horizonte,responde pelo projeto AMMOR, cuja finalidade decorre da ação multiprofissional de meninos e meninas com risco.Noutras palavras, a admirável senhora,de incrível predisposição,com otimismo e bom humor, supera obstáculos ao cumprimento do seu nobre ideal.A exemplo das espigas cheias,reverencia-se diante da vida, chegando aos humildes estratos sociais, recuperando os mais necessitados para o exercício de uma profissão, ou ao abandono de toda e qualquer atividade destrutiva da dignidade humana.E o faz com muito carinho e amor, com as mãos estendidas aos que carecem de ajuda, mediante o exercício de elevado senso cristão. Mantém sua condição,acrescida de tamanho mérito, despojando-se de toda e qualquer vaidade, contudo enaltecida pelo imenso amor que dedica ao próximo marginalizado. Médica de patenteada capacidade,trata de doenças infectocontagiosas como a AIDS, além de preveni-las até mesmo cuidando de tais pacientes. Assim, orgulhosamente, mantém a sede de importante atividade benemerente, no bairro do Bonfim.A quem interessar, outras informações podem ser obtidas pelo telefone (03l)3444-3877.
Com o objetivo de angariar recursos ao cumprimento das inúmeras necessidades decorrentes de um projeto de tal grandeza, a referida senhora promoveu um agradabilíssimo jantar holandês, no Minas Tênis.Mediante expressiva adesão, o tradicional espaço esteve repleto, decorrendo daí uma expressiva manifestação de música,levada a efeito pelo pianista Dirck Bovendorp e o consagrado barítono José Carlos Leal.No repertório, peças de Beethoven, Debussy, Schubert dentre outros, conferiram aos artistas a confirmação de talento, técnica e sensibilidade que lhes são peculiares.
Leal, em homenagem à Edith Piaf,emocionou com "La vie en rose" de autoria da imortal cantora,lembrando do tempo em que esteve em Paris ,onde cumpriu extensa programação.Da mesma forma, Bovendorp empolgou com "Clair de lune" de Debussy, das mais encantadoras peças do genial compositor francês, na sua fase romântica.
terça-feira, 6 de junho de 2017
HENRIETTE MORINEAU - A GRANDE DAMA DO TEATRO NO BRASIL
Revista Brasil Musical - Rio de Janeiro - 1946
(Acervo Maestro Francisco Buzelin)
Dedicatória realizada em 31 - 10 - 1979
FALANDO COM VOCÊS 2
Jamais me esqueço do notável Ênio Tavares, meu professor de português do colégio Santo Agostinho, onde fiz os cursos ginasial e científico (como eram chamados naquela época ).E por isto mesmo, espero que não esteja lendo como escrevo neste blog.Simplesmente, porque aqui, procuro a linguagem coloquial. Ao contrário das matérias que por 40 anos publiquei em diversos jornais e revistas,não mais me preocupo com a necessária ordodoxia de um texto crítico, sofisticado pelas palavras específicas que só interessam aos intérpretes do gênero, etc. etc.
Assim,ao contrário do que deveria fazer, pouco me preocupo com certos princípios gramaticais, fazendo valer a espontaneidade da conversa... Perdoem-me se, por vezes, deixo de lado pronomes reflexivos,ou início uma oração com o verbo no gerúndio.O que, enfim, desejo, é poder passar com autenticidade minhas experiências, quase biográficas.Ademais, discordo da nova ortografia.Penso que tais modificações reduziram em demasia, o lirismo regionalista do nosso idioma.Sobretudo quando se fala de poesia; do trema na palavra "saüdade"ou dos acentos diferenciais do verbo "poder", no pretérito.O que tem gerado muita confusão.
O mínimo que faço, é pedir desculpas a todos vocês, certo de imerecida compreensão.
Tenho falado das amizades de pessoas muito famosas sem, contudo, querer me promover,voando com asas alheias.Mas,entendi que tais manifestações, podem ser curiosas. E que deveras, sustentam o meu ego sem , contudo, deixar-me levar por qualquer espécie de tola vaidade.
Verdade verdadeira que muitos duvidam, é que um dia, pude ver Joan Crawford dentro de um carro oficial, em pleno centrão do Rio de Janeiro.Chamou-me a atenção aquele veículo passando por ruelas tão estreitas, sob aparato policial.A famosa estrela de Hollywood dirigia-se a uma livraria, onde daria autógrafos, ou coisa parecida. Imediatamente, corri em direção da viatura tão lenta,tendo podido abrir a porta para que a bela mulher(muitíssimo bonita, a despeito da idade avançada), desembarcasse segurando-me a mão.Foi, para mim uma glória! Seu perfume impregnou-se nos meus dedos.Ainda assim, meus parentes não acreditaram na minha conversa... De outra vez, por ingerência de Elizeth Cardoso que atuava na boate do Copacabana Pálace, pude com o beneplácito do porteiro de então, assistir ao show de Marlene Dietrich,através de uma cortina entreaberta,sem que fosse visto. Por incrível atrevimento(conhecendo bem o caminho do camarim), ao final do espetáculo, fui até lá, bati na porta e gentilmente recebido por ela que trocou umas palavras comigo, em espanhol.Eu falei num portunhol da pior qualidade. Mas, a delicadeza de La Dietrich foi maior, muito maior, que a minha audácia de um jovem, quiçá afoito e pretensioso!
Tais acontecimentos ocorreram nos anos de l970, se bem me lembro. Crawford, - casada com o magnata da Pepsi-fazia apologia do refrigerante.Dietrich cumpria temporada de dois dias no Golden do Copacabana, sob cordial licença da "divina" que, também, ali atuava no "Sambamba", de Carlos Machado.
Prometo parar de falar das minhas façanhas. Mas, pela fascinante criatura que um dia, minha mulher e eu, pudemos conviver, vejo-me no dever de enaltecer uma das mais aclamadas atrizes que escolheu o nosso país como segunda pátria. Refiro-me à Henriette Morineau. A grande dama do nosso teatro estava em turnê com Eva Todor, no Teatro Marília.Ainda que não me recorde do nome da peça que se referia a qualquer coisa alusiva à "quarta-feira...", devo afirmar que se tratava de uma das mais comovedoras encenações de prosa que jamais assistira.Algo de suprema beleza! Como de praxe, Zélia e eu fomos cumprimentá-las e, logo, Morineau nos pediu "carona", alegando muito cansaço.
Pelo caminho, mostrou-se desejosa, de comer alguma coisa. Zélia então convidou-a para nossa casa, onde havia um lanche que ela sempre preparava para noite. A atriz achou boa a idéia e, a partir de então,estabeleceu-se um amável convívio. Ela passava algumas horas da madrugada conosco, num "papo" memorável que tanto nos enaltecia! Acabou no coração da gente aquela senhora de aparência enérgica, distante, com um gostoso sotaque francês e uma alma burilada.
Pelo caminho, mostrou-se desejosa, de comer alguma coisa. Zélia então convidou-a para nossa casa, onde havia um lanche que ela sempre preparava para noite. A atriz achou boa a idéia e, a partir de então,estabeleceu-se um amável convívio. Ela passava algumas horas da madrugada conosco, num "papo" memorável que tanto nos enaltecia! Acabou no coração da gente aquela senhora de aparência enérgica, distante, com um gostoso sotaque francês e uma alma burilada.
FOTOS: em minha residência:
1) Mme. Morineau ladeada por minha mulher e eu.
2) Mme.Morineau e eu.
31/10/1979

1) Mme. Morineau ladeada por minha mulher e eu.
2) Mme.Morineau e eu.
31/10/1979

Seria omissão se não falasse da entrevista que fiz com Libertad Lamarque, (extraordinária intérprete do tango argentino e atriz cinematográfica)quando esteve em Belo Horizonte,se não me engano em l995, atuando no Minascentro.Ela perguntou-me se eu havia visto algum dos seus filmes.Disse a ela que acompanhava minha mãe, quando tais filmes da Pelmex (México) eram exibidos no cine Candelária.Alguns dramalhões, com belíssimas músicas por ela interpretadas.Mas, qual foi o meu aperto, quando me pediu que a levasse ao aludido cinema que gostaria de conhecer. Ocorre que a famosa sala da Praça Raul Soares já havia se transformado em lugar proibitivo, não só pelos filmes pornográficos (com amplos cartazes em seu frontispício), como pelo seu público suspeito. Foi muito difícil fazê-la entender que eu não poderia atender ao seu pedido. Aleguei estar atrasado para o meu trabalho e fui saindo de fininho.Ela não entendeu nada daquilo, acenando-me de longe...Mais tarde fui ao show, tendo sido muito bem recebido por ela.Ofereceu-me um exemplar do seu último LP, com carinhosa dedicatória.
FALANDO COM VOCÊS
E, falando com vocês, falo com todos os meus queridos amigos, cantores, instrumentistas, maestros,gente do teatro,das artes plásticas, enfim, interminável gama de artistas que engrandeceram minhas colunas jornalísticas.
TEMPOS DE REPÓRTER
Através da minha condição de repórter que me foi atribuída pelo saudoso amigo , advogado e jornalista Paulo Quintino dos Santos,ainda muito inexperiente, entrevistei gente importante.Eram matérias publicadas na extinta revista "Comércio & Indústria", de propriedade do próprio Paulo.Dos mais destacados trabalhos, não me esqueço da polêmica apresentação de Tônia Carrero em "Navalha na Carne", de Plínio Marcos.Incompreendido, o texto gerou situações constrangedoras,em que os intérpretes sofriam agressões(até físicas), por parte dos que se diziam defensores da moral, etc., etc. Eu, ao contrário, considerei "Navalha na Carne" uma espécie de advertência à prostituição.Qualquer jovem que a visse, jamais pensaria em adotar pernicioso caminho para ganhar a vida.Enfim,por determinação do chefe, procurei contacto com a notável atriz e ela me recebeu com a dignidade que lhe é peculiar,falando-me das dificuldades enfrentadas na consagradora performance. Publicada uma crítica por mim assinada no "Estado de Minas", -ainda estudante de Direito- fui severamente repreendido pelo prof.Alberto Deodato, que, definitivamente, considerava aquilo uma coisa de baixo teor.Mas...a vida é assim!
Paulo Autran, Juca de Oliveira, Othon Bastos, Maria Fernanda, Isolda Cresto, Eva Todor, o grande pintor Delpino,integram o meu trabalho inicial na revista que durou pouco e, infelizmente,não consigo encontrar os exemplares que teria guardado...
Mas, o que me propiciou destaque, foi a cobertura que fiz de "Um Bonde Chamado Desejo"de Tenesse Williams, protagonizado pela adorável Maria Fernanda e um elenco de primeira qualidade, com Othon Bastos e Isolda Cresto.Assisti a todas as récitas, apresentadas no Teatro Marília,emocionando-me sempre com o desempenho de todos eles!
Mais recentemente, dividi a música com o teatro.Sempre convidado por Pedro Paulo Cava, minhas críticas endereçadas aos eventos do Teatro da Cidade, ganharam fôlego.Graças aos empenhos do talentosíssimo Cava, ademais empreendedor de realçada qualificação profissional,as atrações oferecidas alcançaram altaneiro patamar.Impossível apontar a melhor.No entanto, para mim,"A Estrela Dalva" superou as mais otimistas das expectativas!
Voltado quase que exclusivamente para a música erudita,conversei com muita gente importante.Principalmente Nelson Freire que conhecia desde os tempos em que eu passava férias ginasiais em Boa Esperança,a convite de amigos-colegas, cujo pai "seu" Zezinho Siqueira,era proprietário de uma magnífica fazenda cafeeira, na região.
Graças aos convites de Zezé e Ronei Filgueiras, reiteradamente frequentei seu lindo teatro,"Domus Aurea", no Retiro das Pedras.Tantas as oportunidades de assistir o melhor, que não poderia mencioná-las na sua totalidade.Dentre as mais significativas, sem dúvida, as apresentações do próprio Freire e de Frédéric Meinders,de rara genialidade pelas transcrições para o piano de obras sinfônicas ou líricas.Notável!!!
A ÓPERA NA MINHA VIDA
Ainda adolescente, acompanhava Maria Helena Buzelin, saudosa irmã, por onde fosse ensaiar.Não entendia a ópera.Considerava algo esquisito, até mesmo meio ridículo.O tempo, entretanto, ensinou-me o contrário.Acabei admirando o gênero, quando assisti o "Galo de Ouro", de Stranvinski,no Municipal do Rio.Encantei-me com os cantores, soprano Diva Pieranti e o barítono Paulo Fortes.E não foram poucas as vezes que ia com o notável maestro e professor Luiz Aguiar, assistir às temporadas no magnífico teatro de Juiz de Fora, quando aqui só existia o "Francisco Nunes".Teatro de emergência, até que se concluísse o nosso portentoso Municipal que acabou se transformando no Palácio das Artes.
Ainda que improvisado, o "Chico Nunes", sem dúvida, representa rica memória da nossa cultura.Palco de célebres apresentações teatrais, recebia ícones das nossas ribaltas, tais como Bibi Ferreira,Eva Todor, Tônia Carrero, Paulo Autran, Adolfo Celli,Cacilda Becker,a dupla Dulcina & Odilon,Juca de Oliveira,Aracy Balabanian além de outros, e os artistas locais, de prestígio nacional.Dentre eles, Jonas Bloch, Wilma Henriques,Jota D'Angelo,Elvécio Guimarães,Octávio Cardoso,Haydèe Bittencourt,dentre tantos de difícil relacionamento.
Em grande estilo, tínhamos a Sociedade Coral de Belo Horizonte, com a incumbência de fazer valer longas temporadas de ópera e balé que eram levadas no "Francisco Nunes",com êxito.De um dos seus fundadores o cantor e engenheiro Pery Rocha França, aos maestros Francisco Nunes, Asbrúbal Lima, assim como Sebastião Vianna e, mais tarde o insigne Sérgio Magnani, pilares desta corajosa edificação, o desfile de muitos que contribuíram para o seu engrandecimento.Muito se deve também ,ao notável tenor João Decimo Brescia, na condução daquela instituição.Cantores, ao mesmo tempo espécie de "empresários", apenas por ideal, procuravam valorizar os nossos talentos.Refiro-me a Wilson Simão e ao Murilo Badaró, possuidores de belíssimas vozes e talento para o palco. E, assim, foram aparecendo intérpretes de fôlego, ao mesmo tempo em que se estabelecia intercâmbio com o Municipal Carioca. Sem dúvida, o tenor Assis Pacheco pode ser apontado como um dos pilares de tais empreendimentos, não só como cantor, mas, regisseur e cenógrafo. O balé, indispensável à ópera, conduzido por Carlos Leite e Klauss Vianna, respondia pelo êxito de espetáculos que conferiram hegemonia nacional a Belo Horizonte, ao lado do Rio e de S.Paulo!
A orquestra, sob os cuidados da Sociedade Mineira de Concertos Sinfônicos, constituiu a continuidade dos Corpos Estáveis do nosso Theatro Municipal, demolido na década de l940.À frente de todas as idéias para que não houvesse solução de continuidade da apresentação da música erudita em geral, desponta-se a insuperável figura de Clóvis da Gama Salgado. Político de nobilíssimas referências, homem de ilibada conduta e amor à cultura,soube exercer de maneira exemplar,a direção do Ministério da Educação e Cultura, assim como governou Minas Gerais com eficiência e probidade.
Coube ao meu digno pai, maestro Francisco Buzelin, responsável pela dita Sociedade de Concertos Sinfônicos, assim como ao não menos digno e admirável cantor Hermann von Tiesenhausen, responderem pela preservação da orquestra e do coral, a partir da sua transferência para o novo teatro, o Palácio das Artes, inaugurado em l970.Graças ao proficiente governo de Israel Pinheiro foi possível a conclusão de gigantesca obra, readaptada pelo engenheiro Rocha França , credenciado auxiliar de JK pela construção de Brasília.
Eis que o Palácio das Artes, inserido na Fundação"Clóvis Salgado", responde pela magnitude de montagens líricas das mais portentosas.Vale aqui,- em se tratando de ópera- uma homenagem ao incomparável diretor, cenógrafo e arquiteto, o grande Raul Belém Machado, cujo falecimento representa irreparável perda para o teatro operístico.
Responsável pelas temporadas líricas, a Sociedade Coral, além de revelar novos talentos, trouxe do exterior nomes como os de Benamino Gigli, Pia Tassinari, Ferruccio Tagliavini, Tito Schipa além da bailarina Margot Fountein que dividiam o palco do "Chico Nunes" com celebridades nacionais e os promissores intérpretes locais. Seis a oito óperas, eram levadas a efeito por ano, em duas ou mais récitas cada.Alguns dos nossos artistas alcançaram prestígio nacional e internacional,projetados que foram pela Sociedade Coral.
Além das óperas, as operetas compunham as temporadas. Loas à memória do insigne maestro João Cavalcanati,o mais aclamado dos realizadores de tais espetáculos.
CULTURA ARTÍSTICA
Paralelamente às atividades das Sociedades Coral e de Concertos Sinfônicos, a Cultura Artística de Minas Gerais respondia pela apresentação de excelentes concertos e recitais, congregando atrações internacionais e nacionais.Voltada para a música camerista, constitiu fator de enriquecimento sócio cultural, hoje, infelizmente, de apagada memória.
De tais apresentações, participei com muito entusiasmo, em geral no portentoso auditório do Instituto de Educação, das mais portentosas edificações do país, totalmente vandalizada por pichações.Inconcebível que hajam pessoas que defendem seus autores,destruidores do patrimônio público e particular. Odiados criminosos, considerados dignos de atenção e tolerância por seus defensores, vestidos de falsa intelectualidade e total desconhecimento do que seja o estado de direito de uma democracia. Me poupem, pelo amor de Deus!!!
CULTURA ARTÍSTICA
Paralelamente às atividades das Sociedades Coral e de Concertos Sinfônicos, a Cultura Artística de Minas Gerais respondia pela apresentação de excelentes concertos e recitais, congregando atrações internacionais e nacionais.Voltada para a música camerista, constitiu fator de enriquecimento sócio cultural, hoje, infelizmente, de apagada memória.
De tais apresentações, participei com muito entusiasmo, em geral no portentoso auditório do Instituto de Educação, das mais portentosas edificações do país, totalmente vandalizada por pichações.Inconcebível que hajam pessoas que defendem seus autores,destruidores do patrimônio público e particular. Odiados criminosos, considerados dignos de atenção e tolerância por seus defensores, vestidos de falsa intelectualidade e total desconhecimento do que seja o estado de direito de uma democracia. Me poupem, pelo amor de Deus!!!
sexta-feira, 2 de junho de 2017
IMPERDÍVEL RECITAL: DIRK BOVENDORP E JOSÉ CARLOS LEAL NO MTC 2
Ronaldo Fraga, José Carlos Leal e Dirk
Bovendorp promovem jantar solidário, no Minas II, em prol do Projeto
Ammor
Evento com 100% da renda revertida para projeto da médica
Irene Adams terá jantar com pratos da culinária holandesa e recital de piano
com músicas de Beethoven no dia 8 de junho
No próximo
dia 8 de junho de 2017, quinta-feira, a partir das 19 horas no restaurante
do Minas II (Avenida Bandeirantes, 2323, Mangabeiras), o estilista Ronaldo
Fraga e os músicos José Carlos Leal e Dirk Bovendorp se
juntam a médica holandesa, radicada no Brasil, Dra. Irene K. Adams
para realizar um jantar beneficente em prol do Projeto Ammor (www.ammor.org.br).
O objetivo
é arrecadar fundos para apoio e manutenção dos trabalhos educativos e
sociais no resgate e promoção humana de pessoas excluídas ou em
desvantagem social do Projeto Ammor – Ação Multiprofissional com
Meninos em Risco.
Nas
atrações da noite beneficente, menu de delicias da culinária holandesa
regada a boa bebida e mesa de doces e cafés. Tudo embalado pelo recital de piano que inclui as obras de
Beethoven.
A adesão beneficente é de R$ 100,00, 100% revertido ao projeto Ammor.
Para comprar o ingresso, acesse www.ammor.org.br. Mais informações através do
telefone (31) 3444-3877 e do email contato@ammor.org.br
SERVIÇO
__________________________________________________________________
Jantar
Solidário do Projeto Ammor
Data: 8 de junho de 2017 - quinta-feira
Horário: 19 horas
Local: Restaurante do Minas II (Avenida Bandeirantes, 2323,
Mangabeiras)
Investimento: R$ 100
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